segunda-feira, 8 de junho de 2015
quinta-feira, 4 de junho de 2015
quarta-feira, 3 de junho de 2015
J.S.Bach - BWV 639 Choral Prelude in F Minor
É impossível a uma alma aberta à eternidade escutar esta peça
e não sentir-se movida a louvar a Deus, de joelhos e com lágrimas nos olhos.
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Carlos Nougué
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domingo, 31 de maio de 2015
Bach, "O Cravo Bem Temperado", por Glenn Gould
A música de Bach despojada de todo e qualquer sentimentalismo.
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Carlos Nougué
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segunda-feira, 25 de maio de 2015
Pyotr Ilyich Tchaikovsky - Hymn of the Cherubim
A imagem nada tem que ver com tão sublime música.
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Carlos Nougué
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domingo, 24 de maio de 2015
domingo, 17 de maio de 2015
segunda-feira, 9 de março de 2015
[The Hagen Quartet & Sabine Meyer] W. A. Mozart - Quintet for Clarinet and Strings in A major
Um dos pontos mais altos de Mozart.
E Sabine Meyer, um dos pontos altos do clarinete.
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Carlos Nougué
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22:36
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sexta-feira, 6 de março de 2015
"Yehud Menuhin - Purcell, Handel and much more": que distância da cacofonia autenticista!
- Sonata no. 09,
violins (2), bass viol & continuo, F Major Z 810 [Henry Purcell]
-
Sonata, violins (2) & continuo, g minor Op. 2 No. 8 HWV 393 [George F.
Handel]
- Duo,
violins (2), G Major [Giovanni Battista Viotti]
- Il
cimento dell'armonia e dell'inventione, no. 11, D Major Op. 8 No. 11 RV 210
[Antonio Vivaldi]
-
Concertone, violins (2) & orchestra, C Major KV 190 , 186e [Wolfgang A.
Mozart]
-
Concerto, violin, B-Flat Major [George Frideric Handel]
-
Sonata, violin & continuo, A Major Op. 1 No. 3 HWV 361 [George Frideric
Handel]
-
Sonata, violin & continuo, g minor Op. 1 No. 10 HWV 368 [George Frideric
Handel]
-
Sonata, violin & continuo, F Major Op. 1 No. 12 HWV 370 [George Frideric
Handel]
-
Sonata, violin & continuo, D Major Op. 1 No. 13 HWV 371 [George Frideric
Handel]
-
Sonata, violin & continuo, A Major Op. 1 No. 14 HWV 372 [George Frideric
Handel]
-
Sonata, violin & continuo, E Major Op. 1 No. 15 HWV 373 [George Frideric
Handel]
-
Sonata in 3 parts, no. 08, violins (2), bass viol & continuo, G Major Z 797
[Henry Purcell]
-
Fantasia, no. 04, viols (4), g minor Z 735 [Henry Purcell]
-
Fantasia, no. 08, viols (4), d minor Z 739 [Henry Purcell]
-
Sonata in 4 parts, no. 06, violins (2), bass viol & continuo, g minor Z 807
[Henry Purcell]
-
Sonata in 3 parts, no. 06, violins (2), bass viol & continuo, C Major Z 795
[Henry Purcell]
-
Fantasia, no. 07, viols (4), c minor Z 738 [Henry Purcell]
-
Fantasia, viols (5), F Major Z 745 [Henry Purcell]
-
Sonata, violin & continuo, no. 01, D Major Op. 5 No. 1 [Arcangelo Corelli]
-
Sonata, violin & continuo, no. 05, g minor Op. 5 No. 5 [Arcangelo Corelli]
-
Sonata, violin & continuo, no. 12, d minor Op. 5 No. 12 [Arcangelo Corelli]
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Carlos Nougué
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sábado, 14 de fevereiro de 2015
Bruckner por Celibidache – a música em ordem à eternidade
C. N.
Cada um a seu modo, três
maestros entenderam mais perfeitamente a música de Bruckner e sua ordem à
eternidade: Eugen Jochum, Günter Wand, e o romeno Sergiu Celibidache. Pois bem,
os dois vídeos com este último cujo enlace se dá abaixo falam por si. Não
deixem de guardá-los: são documentos inestimáveis para os amantes da música devidamente ordenada e avessos ao dionisíaco musical. Particularmente de
recomendar é o vídeo sobre a Nona
Sinfonia de Bruckner: além da magistral aula de regência, de música, de
arte, mostra ali Celibidache, para os que têm ouvidos de escutar, por que Bruckner
é inigualável; atente-se especialmente a tudo o que diz em sua visita a St. Florian.
Mas a ambos os vídeos é impossível assistir sem admiração ou sem emoção.
Observação. Particularmente com Bruckner o maestro romeno
exercita sua tendência a executar a música mais lentamente que os demais. À Oitava Sinfonia de Bruckner, por
exemplo, enquanto os demais lhe dão duração entre 1,15 e 1,25 h, Celibidache
lhe dá a de 1,42 h. Voltaremos a tratá-lo na série sobre A Sinfonia.
Em tempo. Fiquem, ademais, desde
já, com enlace para todas as sinfonias de Bruckner que Celibidache regeu, além
do Te Deum. Não deixem de guardar
todos estes importantes documentos:
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Carlos Nougué
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Mozart/Süssmayr - Requiem - Karajan
Carlos Nougué
Indubitavelmente belo e
dotado de sublimidade religiosa, ainda que não litúrgica. Mas não é todo de
Mozart. Este começou a compô-lo por encomenda do conde Walsegg-Stuppach (que
pedira ao compositor anonimato, porque queria executá-lo em memória de sua esposa como se fosse composição sua); e começou a fazê-lo vigorosamente. No entanto, sua saúde
começou por sua vez a deteriorar, e ele passou a pensar fixamente que o
compunha para sua própria morte – que de fato o alcançou quando a peça ainda estava
longe de concluir-se. Sua viúva, então, por precisar receber a metade ainda não
paga pelo conde, pediu ao assistente de Mozart, Franz Süssmayr, que o
concluísse. O Introitus é a única
parte que Mozart escreveu completamente. De destacar, a Sequentia, dividida em “Dies irae” (impressionante), em “Tuba mirum”
e seu trombone, em “Rex tremendae”, em “Recordare”, em “Confutatis”, e na tocante “Lacrimosa”; o majestoso Sanctus, com breve fuga no “Hosanna”; e o Benedictus, que conclui com estupenda fuga para coro pleno. Mas para o Sanctus, para o Benedictus e para o Agnus Dei Süssmayr já não contou sequer com esboços de Mozart.
Observação. Para mim, a versão de
Karajan sobre-eleva à de todos os demais.
Wolfgang Amadeus Mozart
Requiem in d minor, k 626
Herbert von Karajan
Wiener Philharmoniker
Wiener Singverein
1986
Anna Tomowa Sintow
Helga Muller Molinari
Vinson Cole
Paata Burchuladze
2:05 I. Introitus
7:34 II. Kyrie
III. Sequentia
10:16 1. Dies irae
12:09 2. Tuba mirum
16:01 3. Rex tremendae
18:22 4. Recordare
23:32 5. Confutatis
25:54 6. Lacrimosa
IV. Offertorium
29:29 1. Domine Jesu
33:22 2. Hostias
38:00 V. Sanctus
39:50 VI. Benedictus
45:30 VII. Agnus Dei
49:13 VIII. Communio
Requiem in d minor, k 626
Herbert von Karajan
Wiener Philharmoniker
Wiener Singverein
1986
Anna Tomowa Sintow
Helga Muller Molinari
Vinson Cole
Paata Burchuladze
2:05 I. Introitus
7:34 II. Kyrie
III. Sequentia
10:16 1. Dies irae
12:09 2. Tuba mirum
16:01 3. Rex tremendae
18:22 4. Recordare
23:32 5. Confutatis
25:54 6. Lacrimosa
IV. Offertorium
29:29 1. Domine Jesu
33:22 2. Hostias
38:00 V. Sanctus
39:50 VI. Benedictus
45:30 VII. Agnus Dei
49:13 VIII. Communio
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John Williams plays Bach - The Four Lute Suites on Guitar
Uma sucessão de pérolas pelo guitarrista mais límpido e cristalino. Quanto a isto, John Williams está para a guitarra assim como Glenn Gould está para o piano.
1. I. Passaggio - Presto 00:00
2. II.
Allemande 02:34
3.
Suite No. 1 in E minor for Lute, BWV 996 - Highlights: III. Courante 04:35
4. IV.
[Sarabande] 07:09
5.
Suite No. 1 in E minor for Lute, BWV 996 - Highlights: V. Bourrée 10:12
6.
Suite No. 1 in E minor for Lute, BWV 996 - Highlights: VI. [Gigue] 11:25
7.
Suite (Partita) in A minor, BWV 997 (originally in C minor) - Highlights: I.
Preludio - Fuga 14:16
8.
Suite (Partita) in A minor, BWV 997 (originally in C minor) - Highlights: II.
Sarabande 23:38
9.
Suite (Partita) in A minor, BWV 997 (originally in C minor) - Highlights: III.
Gigue - Double 27:24
10.
Lute Suite No. 4 in E Major, BWV 1006a: I. Prélude 31:20
11.
Lute Suite No. 4 in E Major, BWV 1006a: II. Loure 35:46
12.
Lute Suite No. 4 in E Major, BWV 1006a: III. Gavotte en Rondeau 39:20
13.
Lute Suite No. 4 in E Major, BWV 1006a: IV. Menuetts I & II 42:08
14.
Lute Suite No. 4 in E Major, BWV 1006a: V. Bourrée 46:26
15.
Lute Suite No. 4 in E Major, BWV 1006a: VI. Gigue 48:16
16.
Suite in A minor for Lute, BWV 995: I. Präludium - Presto 50:23
17.
Suite in A minor for Lute, BWV 995: II. Allemande 55:41
18.
Suite in A minor for Lute, BWV 995: III. Courante 58:49
19.
Suite in A minor for Lute, BWV 995: IV. Sarabande 01:00:55
20.
Suite in A minor for Lute, BWV 995: V. Gavotte I & II 01:04:46
21. Suite in A minor for Lute, BWV 995: VI.
Gigue 01:08:56
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Bach - Richter, Conciertos de Brandenburgo 1-6, BWV 1046-1051
Outro vídeo histórico; de guardar. Parece-nos sem dúvida a melhor versão destes magníficos concertos. Note-se: com instrumentos modernos (afora um que outro, como o cravo). Perfeição em dinâmica, em equilíbrio,
em cristalinidade, em vigor, ou seja,
quanto requer a música de Bach.
Johann Sebastian Bach (1685 - 1750)
Conciertos de Brandenburgo 1 - 6, BWV 1046 - 1051
Münchener Bach-Orchester,
Karl Richter, director.
Concierto de Brandenburgo Nº 1 en Fa mayor BWV 1046
[00:28~] 1º. Allegro
[04:23~] 2º. Andante (en re menor)
[08:12~] 3º. Allegro
[12:53~] 4º. Menuetto; Trío I (2 oboes y fagot); Menuetto Polacca
(violines y violas);
Menuetto Trío II (2 cornos y 3 oboes); Menuetto.
Concierto de Brandenburgo Nº 2 en Fa mayor BWV 1047
[20:50~] 1º. Allegro
[26:00~] 2º. Andante (en re menor)
[29:44~] 3º. Allegro assai
Concierto de Brandenburgo Nº 3 en Sol mayor BWV 1048
[32:35~] 1º. Allegro
[38:38~] 2º. Adagio
[39:41~] 3º. Allegro
Concierto de Brandenburgo Nº 4 en Sol mayor BWV 1049
[45:06~] 1º. Allegro
[52:44~] 2º. Andante (en mi menor)
[56:44~] 3º. Presto
Concierto de Brandenburgo Nº 5 en Re mayor BWV 1050
[1:01:48~] 1º. Allegro
[1:11:44~] 2º. Affettuoso (en si menor)
[1:16:38~] 3º. Allegro
Concierto de Brandenburgo Nº 6 en Si♭ mayor BWV 1051
[1:22:00~] 1º. Moderato
[1:28:22~] 2º. Adagio ma non tanto (en Mi♭ mayor)
[1:33:07~] 3º. Allegro
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Bruckner, Symphony No 7 E major (Eugen Jochum, Concertgebouw)
C. N.
Esta sinfonia, que é não só uma das maiores sinfonias mas uma das maiores peças musicais – e entre estas estão pelo menos quatro outras sinfonias de Bruckner –, é, ademais, como uma longa procissão, ou como uma longa oração, composta e (corretamente) executada como de joelhos e com a alma tomada de verdadeira e contida emoção ante o divino. A solenidade de fundo religioso é sua marca. É uma catedral sonora, um análogo das grandes catedrais góticas ou barrocas.
Desta fonte beberam – muito bem, e cada um à sua maneira – Hans Rott em sua única sinfonia, o Gustav Mahler da Sinfonia 2 até pelo menos a 5, Franz Schmidt em suas quatro sinfonias, o Erkki Melartin da Sinfonia 3 e da 6, e Richard Wetz em suas três sinfonias; e ainda, de certo modo, o Einojuhani Rautavaara da Sinfonia 3, da 7 e da 8 (as outras são cacofônicas em algum grau), o Egon Wellesz da Sinfonia 1 e da 2 (as outras também são cacofônicas em algum grau), e outros.
E valem para as sinfonias de Bruckner o que escreveu o maestro Mahler na capa da partitura do Te Deum bruckneriano, em lugar de “para solistas, coro, órgão e orquestra”: “Para as vozes dos anjos abençoados pelo Céu, para os corações puros e para as almas purificadas pelo fogo”.
Em tempo. O maestro Eugen Jochum é o regente bruckneriano por excelência. Ao lado de suas versões das sinfonias de Bruckner, as de todos os demais empalidecem em algum grau ou de algum modo. Este vídeo histórico é de guardar.
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Carlos Nougué
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