E veja-se uma vez mais a imensurável superioridade dos instrumentos modernos.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
“Sinfonia n. 8 – A Grande”, de Schubert (com a BRSO sob a regência de Maazel)
Se se compara, em termos de extensão, com as Sinfonias de Bruckner, esta é de tamanho médio. Mas é de fato grande em extensão se se compara às de todos os demais compositores, incluindo, naturalmente, o próprio Franz Schubert. Sobretudo, porém, é grande em qualidade. Imensamente superior a todas as demais do próprio Schubert, só não é superior, a nosso ver, às quatro Sinfonias de Franz Schmidt e, especialmente, às de Bruckner. Sem deixar de ser romântica, é grandemente clássica, e de luminosidade só alcançada, no Romantismo, pela Nona Sinfonia de Dvořák e pela Segunda de Brahms (das quais também se publicará aqui algum vídeo).
De notar, nesta interpretação perfeita da Symphonieorchester des Bayerischen Rundfunks, a regência do maestro Lorin Maazel (ainda vivo, salvo engano).
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Carlos Nougué
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“Quinteto em Lá maior – A Truta”, de Schubert, com Barenboim, Perlman, Zukerman, Du Pré, Mehta
Tudo aqui funciona à perfeição. A peça é extraordinária, contagiante; e extraordinários são os músicos, com destaque para Jacqueline du Pré, infelizmente falecida aos trinta e poucos anos de esclerose múltipla. Ela supera, em nossa opinião, até o mesmo Rostropovich. E cresce a importância deste vídeo pelo fato de a peça não ter sido gravada por este grupo.
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Carlos Nougué
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
O melhor do Romantismo (I): os pontos altos de Schubert
C. N.
Como o explica suficientemente Alfred Einstein em sua biografia de Franz Schubert (1797-1828), este compositor austríaco desde o início se debateu entre duas influências: a de Beethoven e sua exacerbação apaixonada, que Schubert dizia repudiar, mas cujo peso, de modo geral, era então muito grande; e a do classicismo anterior. Diga-se, aliás, algo semelhante de Brahms, que destruiu todas as suas partituras que julgava demasiado românticas. Mas com uma diferença: enquanto este, se se excetua sobretudo sua Segunda Sinfonia e poucas outras peças, substituiu tal radicalismo por uma música grandemente soturna (ainda que raramente destituída de alguma beleza), Schubert, por seu lado, quando superava suas próprias limitações (com efeito, suas primeiras Sinfonias são de qualidade inferior) e a influência da exacerbação apaixonada do Romantismo, fazia música de delicadeza, claridade e sublimidade raramente alcançadas nesta corrente musical (lembremo-nos de que Bruckner não é propriamente romântico). É o caso de sua Nona Sinfonia (“a Grande”) e de seus Quartetos e Quintetos de Cordas. Entre estes se destacam, muito especialmente, o Quinteto chamado A Truta e, ainda mais especialmente, o Quinteto em Dó maior, D. 956, Opus 163 (para dois violinos, viola e dois violoncelos).
Publicaremos aqui essas três peças em vídeo, a começar pelo último Quinteto (na postagem seguinte a esta). Como disse o pianista Artur Rubinstein, esta peça, e em particular seu Adagio, é como “a entrada para o céu”. Como toda peça artística, porém, não pode ser senão um primeiro passo: parafraseando ao Platão do Banquete, digamos que pode ser um primeiro degrau para a ascensão do belo sensível ao Belo suprassensível – o Belo propriamente dito.
Antes de tudo, pois, escutemos as palavras do grande pianista.
[Entre as gravações da Nona Sinfonia de Schubert, agrada-nos particularmente a de Günter Wand; entre as dos Quartetos completos, a do Melos Quartett Stuttgart; entre as d'A Truta, tanto a de Jorg Demus como a do Borodin Quartet; e, entre as do Quinteto em Dó maior, D. 956, muito especialmente a do Brandis Quartet.]
[Entre as gravações da Nona Sinfonia de Schubert, agrada-nos particularmente a de Günter Wand; entre as dos Quartetos completos, a do Melos Quartett Stuttgart; entre as d'A Truta, tanto a de Jorg Demus como a do Borodin Quartet; e, entre as do Quinteto em Dó maior, D. 956, muito especialmente a do Brandis Quartet.]
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domingo, 23 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Magnífico Prelúdio do Mestre Franz Schmidt
Este Prelúdio, Franz Schmidt o vai repetir como o “Aleluia” n’O Livro dos Sete Selos. É música tipicamente austro-húngara, e ao mesmo tempo de elevada religiosidade. Cada vez mais o compositor se nos afigura um verdadeiro Mestre.
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Carlos Nougué
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18:20
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Duas pequenas obras-mestras de Agustín Barrios Mangoré (1885- 1944)
O compositor e
violonista paraguaio Agustín Barrios deixou-nos uma vasta obra. A primeira peça
que pomos aqui – Una Limosna por el Amor
de Dios (Uma Esmola pelo Amor de Deus) – é sua última composição, composta à beira da morte e após ouvir uma
velha mendiga bater-lhe à porta para pedir esmola. Não há como evitar, porém,
ouvir nesta pequena sublimidade um pedido do próprio Barrios: que Deus lhe
desse a esmola da salvação.
A outra peça, dividida
em três partes, foi composta após a emoção verdadeiramente religiosa que o
compositor sentiu ao conhecer a catedral de Montevidéu. É peça bachiana do
início ao fim.
Ao instrumento em
ambas as peças, um dos maiores violonistas: John Williams.
Una Limosna por el Amor de
Dios:
La Catedral:
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Carlos Nougué
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14:51
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domingo, 18 de novembro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Anton Bruckner : Quintette à 2 altos en Fa majeur
Como disse um crítico, este Quinteto de Bruckner é de felicidade, de perfeição tal, que chega a “doer”. Particularmente de notar é o Adagio, de grande beleza.
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Carlos Nougué
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09:50
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terça-feira, 23 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
domingo, 14 de outubro de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
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